terça-feira, 9 de janeiro de 2018
No mundo real...
Aquela amizade especial um dia pode te decepcionar.
Pode magoar, pode te deixar sem chão.
Pode, porque é especial, mas é humana...
É de verdade...
E quem é de verdade, corre todos os riscos...
Todos os riscos, de incorrer em todos os erros.
Tem muita firula creditada como característica obrigatória dos que são amigos...
Como se fossem super heróis, algo perigoso, misto de anjo e absurdo.
E muitas vezes é isso que mais machuca.
A idealização...
A maionese, na qual a gente viaja...
Esquecido...
De que ninguém é santo.
Todo mundo tem dia ruim, períodos difíceis, crises de caráter...
Todo mundo pode tropeçar.
E se, ao tropeçar, cair em cima da gente...
Sei lá, pensa.
Pensa se colocando no lugar...
Pensa, no que dói menos...
Se desgastar, ou deixar pra lá.
Guardar aquilo...
Ou pra Deus entregar.
Adoecer...
Ou do jeito que aguentar...
Perdoar.
O tempo passa, você muda...
Os outros também.
E logo já não há sentido pra tanta coisa!
É bom pensar...
Porque quem sabe não acontece tudo ao contrário...
E sou eu a fazer tudo errado.
Logo eu, que me julgo tão correta...
Logo eu...
Sim, eu.
quarta-feira, 1 de novembro de 2017
PARABÉNS SOBRINHA LINDA
Raphaela
Eu tenho muitos motivos para ser feliz, mas um dos maiores é porque tenho uma sobrinha maravilhosa como você, meu amor. Quando amamos alguém, queremos ver esse alguém muito bem, alegre e feliz. Quero ter a certeza de que é assim que têm sido os seus dias inclusive o de hoje, o aniversário da minha sobrinha querida 19 aninhos.
Peço ao Papai do Céu para lhe dar muita saúde, esperança e felicidade. Para que a medida que for crescendo consiga uma vida tranquila, de paz e harmonia, com a certeza do meu amor eterno, minha querida sobrinha. Os meus parabéns pelo seu aniversário, tenha um dia maravilhoso! Muitas felicidades. Seja feliz, sempre!
Eu tenho muitos motivos para ser feliz, mas um dos maiores é porque tenho uma sobrinha maravilhosa como você, meu amor. Quando amamos alguém, queremos ver esse alguém muito bem, alegre e feliz. Quero ter a certeza de que é assim que têm sido os seus dias inclusive o de hoje, o aniversário da minha sobrinha querida 19 aninhos.
Peço ao Papai do Céu para lhe dar muita saúde, esperança e felicidade. Para que a medida que for crescendo consiga uma vida tranquila, de paz e harmonia, com a certeza do meu amor eterno, minha querida sobrinha. Os meus parabéns pelo seu aniversário, tenha um dia maravilhoso! Muitas felicidades. Seja feliz, sempre!
quinta-feira, 1 de junho de 2017
INFELIZMENTE ESSE É O MUNDO QUE VIVEMOS ... QUE NUNCA DEIXAMOS DE PERDER A FÉ
NOSSA JÁ ESTAMOS NO MEIO DO ANO
É verdade já se passaram 6 meses, nossa como passa rápido, e nesses 6 meses, já se passaram tantas coisas, boas e ruins. Mas este é o nosso mundo, o mundo que Deus criou para nós, então tudo que acontece de errado, os terremotos, as enchentes, os ciclones, enfim tudo as mudanças da natureza, tudo tem a ver com o homem, sim porque o homem muda tudo, com sua ganância do querer mais, do poder ter tudo, não satisfeito com o que conquistou quer mais e mais.
Há vários lugares em todo mundo, em situação precária, pessoas com fome, sem ter um lugar para dormir, vivem pelas ruas a vagar, e a maioria das pessoas não está nem aí, se vamos esperar pelo governo, nada irá acontecer, não podemos esperar nada de quem está no poder, infelizmente ou felizmente temos que contar uns com os outros.
Os lugares onde aconteceram os terremotos, ainda permanecem os mesmos, pessoas pelas ruas, e mais uma coisa, infelizmente as doações que foram destinadas para estas pessoas em situação de risco, a maioria não chegou até elas, algumas por pura burocracia, outras porque tomaram outro destino, e as pessoas não acordam, estão vendo que tudo está mudando e não fazem nada, não se ajudam, há um pequeno grupo que se ajuda, são os pobres, eles se ajudam entre si, mas infelizmente é pouco, precisa de mais mobilização. Neste primeiro texto me posiciono mais para a questão dos terremotos das inundações que assolam nosso mundo, mundo este que Deus deixou para que nós tomássemos conta dele, deixou para que plantássemos, cultivássemos, preservando assim a natureza, cuidássemos dos animais, enfim o mundo que ele nos deixou com certeza não foi este.

Aqui podemos ver que foi um terremoto, onde crianças estão sendo retiradas, algumas ainda conseguem ser salvas, mas e as outras?

Aqui a devastação da natureza, o homem não respeita, vai cortando tudo que vê pela frente, é a ganância.

E as enchentes, as águas estão tomando conta de tudo, mas também o homem que se apoderar de tudo, vai diminuindo os rios, também são casas sendo construídas em terrenos impróprios para construção, mas isto acontece porque estas pessoas não tem condições de comprar um terreno em lugar próprio para isto, e algumas vezes o próprio governo liberas terras impróprias para estas pessoas.E elas não tem culpa. E aí vem as chuvas, tempestades e invadem tudo, é um caos.
Há vários lugares em todo mundo, em situação precária, pessoas com fome, sem ter um lugar para dormir, vivem pelas ruas a vagar, e a maioria das pessoas não está nem aí, se vamos esperar pelo governo, nada irá acontecer, não podemos esperar nada de quem está no poder, infelizmente ou felizmente temos que contar uns com os outros.
Os lugares onde aconteceram os terremotos, ainda permanecem os mesmos, pessoas pelas ruas, e mais uma coisa, infelizmente as doações que foram destinadas para estas pessoas em situação de risco, a maioria não chegou até elas, algumas por pura burocracia, outras porque tomaram outro destino, e as pessoas não acordam, estão vendo que tudo está mudando e não fazem nada, não se ajudam, há um pequeno grupo que se ajuda, são os pobres, eles se ajudam entre si, mas infelizmente é pouco, precisa de mais mobilização. Neste primeiro texto me posiciono mais para a questão dos terremotos das inundações que assolam nosso mundo, mundo este que Deus deixou para que nós tomássemos conta dele, deixou para que plantássemos, cultivássemos, preservando assim a natureza, cuidássemos dos animais, enfim o mundo que ele nos deixou com certeza não foi este.

Aqui podemos ver que foi um terremoto, onde crianças estão sendo retiradas, algumas ainda conseguem ser salvas, mas e as outras?
Aqui a devastação da natureza, o homem não respeita, vai cortando tudo que vê pela frente, é a ganância.
E as enchentes, as águas estão tomando conta de tudo, mas também o homem que se apoderar de tudo, vai diminuindo os rios, também são casas sendo construídas em terrenos impróprios para construção, mas isto acontece porque estas pessoas não tem condições de comprar um terreno em lugar próprio para isto, e algumas vezes o próprio governo liberas terras impróprias para estas pessoas.E elas não tem culpa. E aí vem as chuvas, tempestades e invadem tudo, é um caos.
sábado, 13 de maio de 2017
A assinatura da Lei Áurea
CONJUNTURA POLÍTICA DA ÉPOCA DA ABOLIÇÃO
A assinatura da Lei Áurea,
"Mil tronos eu tivesse, mil leis iguais à esta eu assinaria" foi o que disse a Princesa Isabel
O projeto da Lei Áurea foi decorrência de pressões internas e externas: em 1888, o movimento abolicionista já possuía uma grande força e apoio popular no país e já havia conseguido a aprovação da Lei Eusébio de Queirós, a Lei do Ventre Livre e a Lei dos Sexagenários. Consequentemente a maioria dos cativos já estava livre, o número de escravos havia diminuído muito nas décadas anteriores à abolição da escravatura devido à abolição do tráfico de escravos e as leis já citadas;
À Guerra do Paraguai, onde muitos escravos foram libertos;
À Lei do Ventre Livre, de 28 de Setembro de 1871, que libertou todas as crianças, filhas de escravos, nascidas a partir daquela lei, os chamados "ingênuos";
Também houve redução do número de escravos devido à Lei dos Sexagenários, que libertou, em 1885, todos os negros maiores de 65 anos;
Devido à abolição da escravidão, em 1886, no Ceará e no Amazonas;
Devido às muitas cartas de alforria dadas por proprietários de escravos;
Também pelo apoio da Família Imperial, onde o Imperador havia libertado todos os escravos que o Estado lhe concedera, à Princesa Dona Isabel que concedia cartas da alforria, tendo uma vez comemorado seu aniversário distribuindo cartas d’alforria e acolhendo escravos fujões do Palácio (depois pagando pagava por sua liberdade). Assim, na primeira matrícula de escravos encerrada em 1872, haviam sido registrados 1 600 000 escravos e, na última matrícula geral de escravos encerrada em 30 de março de 1887, havia somente 720 000, uma queda de mais de 50% no total de escravos, em 15 anos, tudo dentro da Lei, sem grandes tensões entre as partes.
Mulher única, grande brasileira que, infelizmente e propositalmente, é
esquecida pelo grande público
Fugas de escravos das fazendas aumentaram muito, a partir de 1886, quando foram proibidos, pela Câmara Geral, a pena de açoite nos escravos. Os escravos passaram, então, a fugir das fazendas sem o medo de, se recapturados, serem açoitados. A lei n.º 3.310, de 15 de outubro de 1886, revogou o artigo n.º 60 do Código Criminal do Império, de 16 de dezembro de 1830, e revogou também a lei n.º 4, de 10 de junho de 1835, na parte em que impõem a pena de açoites, e determinou que: “ao réu escravo serão impostas as mesmas penas decretadas pelo Código Criminal e mais legislação em vigor para outros quaisquer delinquentes”.
Era permitido, pelo artigo 14 do Código Criminal do Império, apenas castigos moderados aos escravos, castigos estes que passaram a ser proibidos pela citada lei n.º 3.310 de 1886:
"Art. 14. Será o crime justificável, e não terá lugar a punição dele: (...) 6.º Quando o mal consistir no castigo moderado, que os pais derem a seus filhos, os senhores a seus escravos, e os mestres a seus discípulos; ou desse castigo resultar, uma vez que a qualidade dele, não seja contraria às Leis em vigor."
Além disso, estava se tornando, para os grandes fazendeiros produtores de café, economicamente inviável manter o trabalho escravo, em face à concorrência da mão de obra fornecida pelos imigrantes europeus, barata e abundante, em contraste com os altos preços dos escravos, estes, cada vez mais raros. Essa vinda de mão de obra europeia para o Brasil deveu-se à iniciativa do senador Vergueiro e aos conselheiros Rodrigo Augusto da Silva e Antônio da Silva Prado, que conseguiu fundos do governo paulista para as colônias de imigrantes europeus e que, quando ministro da Agricultura em 1885 no gabinete do barão de Cotejipe e em 1888 no gabinete João Alfredo, incentivou a imigração e criou várias colônias de imigrantes, entendendo o conselheiro Antônio Prado que a imigração era o único meio de substituir o trabalho escravo quando se realizasse a abolição da escravatura.
A Lei Áurea Coroou todo o trabalho social e cultural dos abolicionistas
Todos esses fatores conjugados, como mostrou Joaquim Manuel de Macedo em seu livro As Vítimas-Algozes, tornavam inviável a manutenção da escravidão no Brasil.
A Igreja Católica
A primeira Missa no Brasil
Através do arcebispo Dom José Pereira da Silva Barros, capelão-mor de dom Pedro II, conhecido como o “bispo abolicionista”, a Igreja Católica passou a ser um dos elementos centrais que levaram à abolição da escravatura. Em 1887, dom José que foi abolicionista declarado a décadas e camareiro secreto dos Papas Pio XI e Leão XIII, anunciou que a abolição da escravidão no Brasil seria um bom presente ao Papa. Depois deste anúncio, a Igreja Católica passou a defender publicamente o fim da escravidão. Dom José Pereira foi seguido na causa abolicionista pelos arcebispos da Bahia e de São Paulo. Pela sua luta a favor da abolição foi uma das poucas figuras homenageadas publicamente por dom Pedro II e por dona Isabel, recebendo o título de conde de Santo Agostinho. Dom José ficou conhecido em sua cidade natal por ter doado toda a fortuna herdada de sua família para a caridade. Rodrigo Augusto da Silva, em sua defesa da Lei Áurea na Câmara Geral, citou a Igreja Católica como uma das razões da abolição da escravatura.
Missa Campal em comemoração ao grande feito do 13 de maio,
na foto, à esquerda a Princesa Imperial, seu Consorte e Machado de Assis
VASCONCELOS, Sylvana Maria Brandão de - Ventre livre, mãe escrava:
Revista do Instituto Archeológico e Geográphico Pernambucano, 41-44/1891, pg. 267
PINTO, Luiz - Um peregrino da fé: vida e obra do padre José Pinto, 1965, pg. 49
ANNAES do Parlamento Brazileiro - Camara dos Srs. Deputados, terceira sessao Vigesima Legislatura de 1888 Volume I, Imprensa Nacional RJ 1888, pg 50
Antônio Prado no Império e na República - Seus Discursos e Atos Coligidos e apresentados por sua filha Nazaré Prado, F. Briguiet & Cia. Editores, Rio de Janeiro, 1929.
Viotti da Costa, Emília - Da Monarquia À REPÚBLICA, pg. 303.
Lei de 16 de dezembro de 1830 - Código Penal do Império
Almanaque de Cultura Popular do Brasil: O que as camélias têm a ver com a libertação dos escravos?
DEUS SALVE O IMPÉRIO DO BRASIL!
créditos ;
http://odiarioimperial.blogspot.com.br/2015/07/conjuntura-politica-da-epoca-da-abolicao.html
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