segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Uma noite de Natal


Certo dia, encontrei um menino que se chamava  Pedrinho.
Ele tinha nove anos, estudava perto de casa, onde vivia com seus pais e mais cinco irmãos.

                                                                                
 Sua família era muito  humilde, pois seu pai, trabalhador de um Parque  ambiental, todas as manhãs  saía de de casa bem cedinho para  ganhar algum dinheiro para o sustento de sua família.

 Era muito difícil a vida da família de Pedro.
Sua mãe não podia ajudar seu pai,
pois precisava tratar de seus irmãos menores.
 
O trabalho de seu Júlio, pai de Pedro era muito interessante. 

Ele  recolhia diariamente  o lixo que era  jogado  no parque , pelos visitantes.
 Os  Turistas gostavam bastante de visitar esse lugar , pois  lá havia  muitas plantas, lago, alguns pássaros silvestres, muitas flores e  lugares agradáveis  para  ler um bom livro ou  brincar.
Muitas famílias procuravam esse parque nos finais de semana.

Em dezembro, o Parque  ficava muito bonito, pois era armada uma grande árvore de Natal iluminada   para atrair  mais pessoas ao local e com isso , o parque ficava mais sujo ainda e seu Julio ficava  trabalhando muitas vezes até tarde , para manter o Parque sempre bem limpinho.


 Um dia, ao chegar em casa, Pedro perguntou ao Pai:



 
- Papai, porque  em nossa  casa não comemoramos o Natal como nas casas de meus colegas da escola?
 
Eles  me falaram que  no Natal , ganhamos , presentes , fazemos uma ceia farta , com muitas  comidas gostosas e convidamos  nossos amigos para virem ceiar conosco.

 
Por que não fazemos assim também?
 Seu Julio olhou para Pedro  e falou:
 -Meu filho,  a noite  de Natal  é uma festa  muito especial  para o mundo todo.
Nessa Noite , festejamos o   nascimento do Menino Jesus, que veio ao mundo trazendo para todos os homens, uma mensagem de fé esperança e sabedoria do amor.
É esse o significado  do Natal.
E para  que  possamos  compartilhar dessa festa, não precisamos de uma mesa farta , nem presentes caros. Precisamos estar juntos, unidos pela fé em  Cristo e rezando pelo mundo.
Pedro ficou muito  feliz com os ensinamentos do pai e pediu para que ele levasse sua família  ao Parque para ver  a grande Árvore  iluminada. 

Sr Julio  então, preparou  seus filhos e os levou  ao Parque.  
Quando lá chegaram , ficaram encantados com a  Árvore  de Natal e lá ajoelharam e rezaram pela Paz no Mundo.
                                           História de Helô Argento

sábado, 2 de novembro de 2013

Stronger - Kelly Clarkson (Tradução)

TRADUÇÃO

Você sabe que a cama parece mais quente
Quando durmo aqui sozinha
Você sabe que eu sonho em cores
E faço as coisas que eu quero

Você acha que tem o melhor de mim
Acha que foi o ultimo a rir
Aposto que você pensa que tudo de bom se foi
Pensa que você me deixou quebrada
Achou que eu voltaria correndo
Querido, você não me conhece, porque você está completamente enganado

O que não te mata, te deixa mais forte
Te deixa no topo
Não significa que estou só quando estou sozinha
O que não te mata te faz um lutador
Deixa os passos mais leves
Não significa que estou acabada porque você foi embora

O que não te mata, te deixa mais forte, mais forte.
Só eu, eu mesma e eu
O que não te mata, te deixa mais forte
Te deixa no topo
Não significa que estou só quando estou sozinha

Você ouviu falar que eu estava recomeçando com alguém novo
Te contaram que eu estava seguindo em frente, e acabado com você

Você não achava que eu voltaria
Que eu voltaria com tudo
Você tenta me quebrar, mas você vai ver

O que não te mata, te deixa mais forte
Te deixa no topo
Não significa que estou só quando estou sozinha
O que não te mata te faz um lutador
Deixa os passos mais leves
Não significa que estou acabada porque você foi embora

O que não te mata, te deixa mais forte, mais forte.
Só eu, eu mesma e eu
O que não te mata, te deixa mais forte
Te deixa no topo
Não significa que estou só quando estou sozinha

Graças a você, eu comecei algo novo
Graças a você, eu não sou um coração partido
Graças a você, eu finalmente estou pensando em mim
Sabe, no fim das contas, o dia que você me deixou, foi apenas o começo
No final...

O que não te mata, te deixa mais forte
Te deixa no topo
Não significa que estou só quando estou sozinha
O que não te mata te faz um lutador
Deixa os passos mais leves
Não significa que estou acabada porque você foi embora

O que não te mata, te deixa mais forte, mais forte.
Só eu, eu mesma e eu
O que não te mata, te deixa mais forte
Te deixa no topo
Não significa que estou só quando estou sozinha


https://www.youtube.com/watch?v=rq-4-EOQvXA

domingo, 31 de março de 2013

Conheça Os pontos principais da doutrina espírita:

Conheça Os pontos principais da doutrina espírita:
Deus é eterno, imutável, imaterial, único, onipotente, soberanamente justo e bom.
Criou o Universo, que abrange todos os seres animados e inanimados, materiais e imateriais.
Os seres materiais constituem o mundo visível ou corpóreo, e os seres imateriais, o mundo invisível ou espiritual, isto é, dos Espíritos.
O mundo espiritual é o mundo normal, primitivo, eterno, preexistente e sobrevivente a tudo.
O mundo corporal é secundário; poderia deixar de existir, ou não ter jamais existido, sem que por isso se alterasse a essência do mundo espiritual.
Os Espíritos revestem temporariamente um invólucro material perecível, cuja destruição pela morte lhes restitui a liberdade.
Entre as diferentes espécies de seres corpóreo, Deus escolheu a espécie humana para a encarnação dos Espíritos que chegaram a certo grau de desenvolvimento, dando-lhe superioridade moral e intelectual sobre as outras.
A alma é um Espírito encarnado, sendo o corpo apenas o seu envoltório.
Há no homem três coisas:
o    1°, o corpo ou ser material análogo aos animais e animado pelo mesmo princípio vital;  
o    2°, a alma ou ser imaterial, Espírito encarnado no corpo; 
o    3°, o perispírito que é o laço que prende a alma ao corpo, princípio intermediário   entre a matéria e o Espírito.  
Tem assim o homem duas naturezas: pelo corpo, participa da natureza dos animais, cujos instintos lhe são comuns; pela alma, participa da natureza dos Espíritos.
O laço ou perispírito, que prende ao corpo o Espírito, é uma espécie de envoltório semimaterial. A morte é a destruição do invólucro_mais_grosseiro. O Espírito conserva      o segundo, que lhe constitui um corpo etéreo, invisível para nós no estado normal, porém que pode tornar-se visível e mesmo tangível, como sucede no fenômeno das aparições.
O Espírito não é, pois, um ser abstrato, indefinido, só possível de conceber-se pelo pensamento. É um ser real, circunscrito, que, em certos casos, se torna apreciável pela vista, pelo ouvido e pelo tato.
Os Espíritos pertencem a diferentes classes e não são iguais, nem em poder, nem em inteligência, nem em saber, nem em moralidade.
Os Espíritos não ocupam perpetuamente a mesma categoria. Todos se melhoram passando pelos diferentes graus da hierarquia espiritual. Esta melhora se efetua por meio da encarnação, que é imposta a uns como expiação, a outros como missão. A vida material é uma prova que lhes cumpre ocorrer repetidamente, até que hajam atingido a absoluta perfeição moral.
Deixando o corpo, a alma volve ao mundo dos Espíritos, donde saíra, para passar por nova existência material, após um lapso de tempo mais ou menos longo, durante o qual      permanece em estado de Espírito errante.
Tendo o Espírito que passar por muitas encarnações, segue-se que todos nós temos tido muitas existências e que teremos ainda outras, mais ou menos aperfeiçoadas, quer na Terra, quer em outros mundos.
A encarnação dos Espíritos se dá sempre na espécie humana; seria erro acreditar-se que a alma ou Espírito possa encarnar no corpo de um animal. 
(Ver: Metempsicose)
As diferentes existências corpóreas do Espírito são sempre progressivas e nunca regressivas; mas, a rapidez do seu progresso depende dos esforços que faça para chegar à perfeição.
As qualidades da alma são as do Espírito que está encarnado em nós; assim, o homem de bem é a encarnação de um bom espírito, o homem perverso a de um Espírito impuro. 
A alma possuía sua individualidade antes de encarnar; conserva-a depois de se haver separado do corpo.
Na sua volta ao mundo dos Espíritos, encontra todos aqueles que conhecera na Terra, e todas as suas existências anteriores se lhe desenham na memória, com a lembrança de todo bem e de todo mal que fez.
(Ver: Após a morte)
O Espírito encarnado acha-se sob a influência da matéria; o homem que vence esta influência, pela elevação e depuração de sua alma, se aproxima dosbons_Espíritos, em cuja companhia um dia estará. Aquele que se deixa dominar pelas más paixões, e põe todas as suas alegrias na satisfação dos apetites grosseiros, se aproxima dos Espíritos impuros, dando preponderância à sua natureza animal.
Os Espíritos encarnados habitam os diferentes globos do Universo.
Os não encarnados ou errantes não ocupam uma região determinada e circunscrita; estão por toda parte no espaço e ao nosso lado, vendo-nos e acotovelando-nos de contínuo. É toda uma população invisível, a mover-se em torno de nós.
Os Espíritos exercem_incessante_ação sobre o mundo moral e físico. Atuam sobre a matéria e sobre o pensamento e constituem uma das potências da Natureza, causa eficiente de uma multidão de fenômenos até então inexplicados ou mal explicados e que não encontram explicação racional senão noEspiritismo.
As relações dos Espíritos com os homens são constantes. Os bons Espíritos nos atraem para o bem, nos sustentam nas provas da vida e nos ajudam a suportá-las com coragem e resignação. Os maus tentam nos impelir para o mal.
As comunicações_dos_Espíritos com os homens são ocultas ou ostensivas. As ocultas se verificam pela influência boa ou má que exercem sobre nós, à nossa revelia. Cabe ao nosso juízo discernir as boas das más inspirações. As comunicações ostensivas se dão por meio da escrita, da palavra ou de outras manifestações materiais, quase sempre pelos médiuns que lhes servem de instrumentos.
Os Espíritos se manifestam espontaneamente ou mediante evocação.
Podem evocar-se todos os Espíritos: os que animaram homens obscuros, como os das personagens mais ilustres, seja qual for a época em que tenham vivido; os de nossos parentes, amigos, ou inimigos, e obter-se deles, por comunicações escritas ou verbais, conselhos, informações sobre a situação em que se encontram no Além, sobre o que pensam a nosso respeito, assim como as revelações que lhes sejam permitidas fazer-nos.
Os Espíritos são atraídos na razão da simpatia que lhes inspire a natureza moral do meio que os evoca. Os Espíritos superiores se comprazem nas reuniões sérias, onde predominam o amor do bem e o desejo sincero, por parte dos que as compõem, de se instruírem e melhorarem. A presença deles afasta os Espíritos inferiores que, inversamente, encontram livre acesso e podem obrar com toda a liberdade entre pessoas frívolas ou impelidas unicamente pela curiosidade e onde quer que existam maus instintos. Longe de se obterem bons conselhos, ou informações úteis, deles só se devem esperar futilidades, mentiras, gracejos de mau gosto, ou mistificações, pois que      muitas vezes tomam nomes venerados, a fim de melhor induzirem ao erro.
Distinguir os bons dos maus Espíritos é extremamente fácil. Os Espíritos superiores usam constantemente de linguagem digna, lie, repassada da mais alta moralidade, sem qualquer paixão inferior; a mais pura sabedoria lhes transparece dos conselhos, que objetivam sempre o nosso melhoramento e o bem da Humanidade. A dos Espíritos inferiores, ao contrário, é inconseqüente, amiúde trivial e até grosseira. Se, por vezes, dizem alguma coisa boa e verdadeira, muito mais vezes dizem falsidades e absurdos, por malícia ou ignorância. Zombam da credulidade dos homens e se divertem à custa dos que os interrogam, lisonjeando-lhes a vaidade, alimentando-lhes os desejos com falazes esperanças. Em resumo, as comunicações sérias, na mais ampla acepção do termo, só são dadas nos centros sérios, onde intima comunhão de pensamentos, tendo em vista o bem.
A moral dos Espíritos superiores se resume, como a do Cristo, nesta máxima evangélica: Fazer aos outros o que quereríamos que os outros nos fizessem, isto é, fazer o bem e não o mal. Neste princípio encontra o homem uma regra universal de proceder, mesmo para as suas menores ações.
Ensinam-nos que o egoísmo, o orgulho, a sensualidade são paixões que nos aproximam da natureza_animal, prendendo-nos à matéria; que o homem que, já neste mundo, se desliga da matéria, desprezando as futilidades mundanas e amando_o_próximo, se avizinha da natureza_espiritual; que cada um deve tornar-se útil, de acordo com as faculdades e os meios que Deus lhe pôs nas mãos para experimentá-lo; que o Forte e o Poderoso devem amparo e proteção ao Fraco, porquanto transgride a Lei de Deus aquele que abusa da força e do poder para oprimir o seu semelhante. Ensinam, finalmente, que, no mundo dos Espíritos, nada podendo estar oculto, o hipócrita será desmascarado e patenteadas todas as suas torpezas, que a presença inevitável, e de todos os instantes, daqueles para com quem houvermos procedido mal constitui um dos castigos que nos estão reservados; que ao estado de inferioridade e superioridade dos Espíritos correspondem penas e gozos desconhecidos na Terra. Mas, ensinam também não haver faltas irremissíveis, que a expiação não possa apagar. Meio de consegui-lo encontra o homem nas diferentes_existências que lhe permitem avançar, conforme os seus desejos e esforços, na senda do progresso, para a perfeição, que é o seu destino final.